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Quinta-feira, 19 de Maio de 2011

Terra

Como um animal selvagem e territorial, preciso a sensaçom de espaço sagrado e íntimo para morar nele. Não é suficiente com estar, preciso pertencer. Igual que quando volto à aldeia e os carvalhos e os castinheiros fecham a estrada de lado a lado, e tenho que aspirar profundamente ainda que vaia dentro do carro porque isso ali são eu.

Há uma parte de mim fora do meu corpo, uma parte que é capaz de misturar-se com os cheiros e os sons da terra. Essa é a única parte que não está em perigo. Quando tudo parece mover-se cara o abismo, quando o meu SER começa a empoderar-se de tudo e começa a asfixia, posso simplesmente plantar-me (PLANTAR-ME) na praia olhando o mar.  Ali onde tudo tem sentido e cada cousa tem o seu lugar. Onde existe uma harmonia absoluta em cada som, em cada movimento.

Se existe um deus, mora nesse som.

 

sons: ella fitgerald and louis armstrong: summertime

Laila_lilas às 20:28

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dizias algo?:
De lectora (de ollos...críticos?) a 30 de Maio de 2011 às 11:39
que criaturas máis estrañas somos. entre a nostalxia da terra, a do ar e a da auga, ás veces penso que, por algún erro no noso proceso evolutivo, ficamos a medio camiño entre toupa, paxaro e peixe...


De Laila_lilas a 30 de Maio de 2011 às 18:54
querida leitora de olhos críticos (sem interrogantes, estou certa disso), eu creio que não somos criaturas estranhas, que somos animais bem da Terra (mar e água) só que nos esquecemos disso de vez em quando; e quando lembramos de novo... somos de tudo, toupa, páxaro, peixe.
um abraço


De lectora (...) a 31 de Maio de 2011 às 14:28
hai un equilibrio naquel "ser de tudo", un acordo entre ti e ti - que é admirábel, especialmente para aqueles de nós que aínda estamos nesa encrucillada por non asumirmos a condición de toupa anfibia con ás.
unha aperta virtual.


De Laila_lilas a 1 de Junho de 2011 às 16:54
:-)
o equilíbrio às vezes é mais desejado que real, mas aí estamos, no caminho...


De lectora (...) a 6 de Junho de 2011 às 21:34
pois si - e ás veces o de fóra tamén xera o de dentro, e o desexado atrae cara si o real, e da forma brota o fondo, e máis círculos viciosos e máis e máis...
(é dicir - que concordo.)


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