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Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

Como se tivesse sentido

Força para viver cada dia como se o mundo fosse outro, como se as cousas estivessem no seu lugar e não assim, tão deslocadas. Vontade para continuar amando cada dia e que isso seja suficiente para não cair no bordo do caminho, para não dessistir. Esperança para acreditar que um dia a debacle vai ser real e vai colocar tudo patas pra o ceu, é dizer, na sua verdadeira posição. Valor para deixar de aferrar-se ao pouco que temos como se isso fosse salvar-nos, a nós porque temos algo. Expectativa e medo por se quando chegue o momento vas estar à altura. O mundo precisa duma revolução, tu de valor para fazê-la.

 

 

sons: leonard cohen: "everybody knows"

Laila_lilas às 15:39

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dizias algo?:
De lectora de ollos críticos a 2 de Fevereiro de 2011 às 00:48
Se as cousas non están no seu lugar, colocalas.
Se precisas da frase "teño que" para poder seguir adiante no camiño, abandonalo. Non é o teu camiño.
Acreditar sen esperar milagres. Non existen.
Camiñar ergueita, falar sen rodeos, actuar. Ver as cousas en perspectiva: non é o mundo que precisa dunha revolución, só es ti. Ou nin sequera.



De Laila_lilas a 2 de Fevereiro de 2011 às 15:59
só que sinto que o meu caminho nom tem lugar neste mundo, o meu caminho está sendo alagado pola imundícia do mundo no que vivo...
mas sim, eu preciso de revoluçom, e nisso estou :-)
obrigada leitora crítica


De mónica a 2 de Fevereiro de 2011 às 16:52
Hai unha forma de revolución que levas moito tempo facendo: pensar por ti mesma e escribir como escribes.


De Anónimo a 3 de Fevereiro de 2011 às 10:14
sim, mas devo estar carente nestes dias que acho que nom é suficiente :-)
saudades de você


De lectora de ollos críticos a 2 de Fevereiro de 2011 às 20:06
O mundo inmediato é teu para limpar e iluminar. O demais... depende de como sabes dosificar a túa alma: tantos gramos de empatía a tantos de auto-preservación, tantos de espera pasiva a tantos de acción, etc etc etc.
Resumindo: sorte con esa (r)evolución.


De Anónimo a 3 de Fevereiro de 2011 às 10:15
vou pensar nisso, nom parece facilérrimo nom, mas vou pensar nisso


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