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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

Mais outra vez a lua

Tenho necessidade de escolher as palavras mais fermosas para hoje. Escolher as palavras que abriguem a todos com só pronunciá-las. Mas hoje não é dia de palavras. Como não o foram os últimos dias, as últimas semanas. Talvez a tampa que lhes impede sair poda abrir-se quando encontre a mais fermosa, ou apenas quando estar sentada com um ecrã na frente e um teclado debaixo dos dedos não seja uma ameaça.

Eu não posso escrever os versos mais tristes esta noite, não posso dizer que a noite seja estrelada nem tiritem, azuis, astros ao longe. No entanto, a lua cheia embebeda-me de insónia e não posso dizê-la. Não posso dizer o muito que pesam as pálpebras abertas, nem a quantidade de lumes que ardem e não quero apagar. Tampouco posso dizer o tempo, nem tenho linguagem para as mudanças.

E embora acredite em que é curto o amor e longo o esquecimento, não há palavra mais fermosa que essa.

sons: Susanne Abbuehl: Bathyat (em Compass)

Laila_lilas às 22:46

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dizias algo?:
De miguel a 14 de Novembro de 2008 às 12:13
Ola Raqueliña, primeira visita o teu recuncho da palabra, teño moito por leer e aprender...

bicos

Miguel


De Laila_lilas a 15 de Novembro de 2008 às 13:45
Beijinhos Miguel, um prazer ter-te por aqui. Eu seguirei recreiando-me no teu mundo de imagens.


De miguel a 9 de Março de 2009 às 12:52
hola vagonetas, te mando un link donde salen mis fotos y tu texto, por cierto a la gente le encanta lo que escribiste

bicos

http://www.xatakafoto.com/eventos/infinito1-nueva-expo-de-miguel-muniz


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